Para os novatos: Uma das regras do Tumblr é ficar longe do botão “Unfollow”

maravilhanaervilha:

image


INFÂNCIA = ÉPOCA EM QUE VOCÊ ERA FELIZ E NÃO SABIA.



Keep Calm DEUS ESTÁ CUIDANDO DE VOCÊ


Q Frio ..


E as vezes quando não se tem mais nada a fazer, a única coisa que nos resta é esperar e confiar em Deus, pois Ele sempre tem uma saída.


A verdade é que Liberdade de expressão vale, mas só se sua opinião for igual à minha… se for diferente da minha, aí é preconceito ou algo do tipo.


Vocês gostariam que eu postasse web?


Caítulo 3 – Esbarrou, brigou … fim.

-AAAAAAAI – ela exclamou, afinal era uma garota.

-Me desculpe, estava distraído e nem te vi passar. – estendi a mão para ela se levantar, mas ela recusou.

- POIS É, EU PERSEBI QUE ESTAVA BEM OCUPADINHO COM A A GOLA DA CAMISA.- pelo jeito não era muito bem humorada, ou não estava em um bom dia. Ela foi se levantando e pegando os livros que havia derrubado, pois recusou minha ajuda

- Nossa, bem humorada para o primeiro dia de aula. – acho que não foi uma boa ideia provoca-la com o meu tom de ironia a feição dela mudou brutalmente.

- Narrado por Lua -

-Eu estava muito bem humorada até um idiota não saber olhar para a frente, você conhece ele¿ É um mauricinho que fica arrumando o colarinho da camisa ao invés de prestar atenção no caminho. – fiz cara de desentendida- Ah espera um pouco, ele é muito parecido com você.

- Vejo que voltou a seu bom humor. – ele sorriu – Agora pode me dizer seu nome¿

- Nem morta. – Eu me virei e ele segurou meu braço e mergulhou seu olhos no meu ... esperai ai eu conhecia aquele olhar, não é possível.

- É só falar seu nome, não vai matar. – ele me soltou mas não tirou seu olhos do meu – O meu é Arthur, e o seu é … ¿ 

- Não é da sua conta, esse é meu nome. – sai antes que ele pudesse retrucar.

Confesso que depois dela falar o nome dele passou um filme na minha cabeça, lembrei “dele”, além de machucar por fora, aquele idiota, me trouxe lembranças que me feriram por dentro. Entrei na sala e escolhi minha cadeira, a primeira, colada na porta. Coloquei meus livros e meu caderno em cima da mesa e coloquei meus fones e aguardei a chegada do professor. Antes de colocar a música vi que tinha uma mensagem, e era da Amanda, minha amiga que foi estudar em Fortaleza: “BOOOM DIA Luinha, como tá ai ¿ Conheceu alguém¿ Como é a Universidade¿ Me conte tuuudo. Quem diria que as duas amigas do interior conseguiriam sair daquela cidadezinha parada para onde estamos agora, muito orgulho de você amiga. Te amo. ”

Sorri sozinha com a animação dela no PRIMEIRO dia de aula, Amanda sempre foi muito elétrica e eufórica com tudo, é por isso que éramos amigas: Ela a animação em pessoa e Eu o desânimo que andava. Par perfeito, rs.Tratei logo de responde-la:

“Bom Dia Nanda, aqui esta tudo ótimo e ainda não conheci ninguém, a não ser um idiota que esbarrou em mim e me fez cair no chão, mas relaxa que está tudo bem, aqui é bem grande e muito bonito e ai como é ai ¿ Você tá feliz¿ Eu também estou muito orgulhosa de você.”

Enviei e logo em seguida o professor entrou, pude notar que a sala estava cheia e que muitos pontos cor de rosa foram detectados pelo meu nojometro.

-Narrado por Arthur-

Fui para minha sala e o professor já havia entrado, mas a aula ainda não tinha sido iniciada. Sentei na primeira cadeira e coloquei minhas coisa em cima da mesa, e não tirei o olhar daquela garota da minha cabeça, é estranho mas me era familiar, muito familiar. Tinha muitos rostos conhecidos, porque metade dos amigos que estudei foram para a PUC . Estava abrindo o caderno quando alguém me cutucou.

-Oiiê Thur. – uma voz doce e conhecida chegou até meus ouvidos.

-Oi Ray, tudo bem ¿- Me virei e confirmei minha desconfiança.

- Tudo sim e com você ¿ Não te vi as férias inteiras. – Ela sorriu e ajeitou o cabelo, que linda.

- É que fui para a casa da minha tia em Petrópolis e voltei a dois dias.

-Aaaah tá, depois a gente conversa porque o professor vai começar a aula. – ela apontou para frente e o professor estava se levantando para dar inicio ao ano letivo.


Capitulo 2 – ” Sem ele” “Sem ela”

Cheguei na universidade e tratei logo de achar a diretoria, não sei se é pura impressão minha, mas eu acho que algo em mim causava espanto em certos telespectadores que me apreciavam de forma repreendida diante de como me vestia, um tanto “revoltada” aos olhos de meros mortais, mas PERFEITA ao olhar de LUA MARIA BLANCO. Julgamentos a parte, eu me dirigi a uma senhora que usava um crachá escrito “Inspetora”, creio eu que ela estava ali para me ajudar.

- Da licença, oi eu sou nova aqui e estou tentando achar a sala … - peguei o papel que estava no bolso da frete de minha mochila. - Deixa eu ver … sala 14.

- Seja muito bem vinda, meu nome é Ângela e estou aqui para te ajudar, então a sala 14 fica no segundo andar contando duas salas do banheiro masculino.

A agradeci e segui o caminho que ela me indicara. Antes de ir para a sala passei no refeitório e bebi um pouco de água. Nossa! Eu realmente havia me esquecido do calor carioca. Enfim, subi os dois lances de escada e pude notar que os olhares malignos permaneciam sobre mim, mas quando foi que isso me afetou algum dia ? HAHA.

-Narrado por Arthur-

Cheguei e logo encontrei uns amigos. Conversei um pouco e depois subi as escadas, porque minha sala ficava no segundo andar. Só não lembrava que número que era, então peguei um papel que estava no meu bolso e logo vi que era a sala 15. Antes de ir para a sala passei no banheiro pra dar uma ajeitada no cabelo e ver se estava tudo certinho com minha aparência, não que eu seja um mauricinho fútil, mas é que eu gostava de sempre estar bem arrumado. Sai do banheiro ainda ajeitando a gola da camisa e acabei esbarrando em alguém.